BRASIL E MUDANÇAS CLIMÁTICAS

A CONVENÇÃO-QUADRO E O PNMC

Authors

Abstract

O modo de vida pautado na exploração irrefreada resultou em mudanças climáticas que comprometem a sadia qualidade de vida e a dignidade no planeta. A pauta foi ganhando relevância, até que em 1992 foi criada a Convenção-Quadro das Nações Unidas Sobre Mudança Climática, formando uma aliança internacional onde diversos países se comprometeram a trabalhar em conjunto por medidas mitigadoras dos efeitos das mudanças climáticas. Lançadas essas bases, em 1997, com o Protocolo de Quioto, surgiram as primeiras obrigações que atingiam apenas países desenvolvidos. Não obstante, o Brasil, mesmo sem qualquer obrigação neste sentido por ser considerado um país em desenvolvimento, criou sua política nacional para tratar de mudanças climáticas, o PNMC. Em 2015, o Acordo de Paris trouxe novos paradigmas ao eliminar a distinção entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, responsabilizando todos por medidas mitigadoras, observando o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. A partir disso, todos os signatários devem contribuir conforme a sua capacidade, apresentando medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O Brasil tem importante papel nesta rede complexa por conta da Floresta Amazônica, razão pela qual, se analisará o histórico da Convenção Quadro e as contribuições brasileiras ao tema através das NDC’s e do PNMC

Author Biographies

Marcos Felipe de Assis Ribeiro, Universidade Católica de Santos

Advogado. Pós graduado em Direito Processual Civil. Mestrando em Direito Ambiental na Universidade Católica de Santos.

Gabriela Soldano Garcez, Universidade Católica de Santos

Professora permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) da Unisantos (em Direito Ambiental Internacional). Professora em nível de Graduação da Universidade Católica de Santos (Direito e Relações Internacionais). Pós doutora e visiting Researcher pela Universidade Santigo de Compostela (Espanha). Pós doutora pela Universidade de Coimbra. Doutora em Direito Ambiental Internacional (com bolsa CAPES) pela Universidade Católica de Santos. Mestre em Direito Ambiental (com bolsa CAPES) pela Universidade Católica de Santos. Advogada até 12.2024. Jornalista diplomata. Pedagoga. Conciliadora capacitada pela Escola Paulista de Magistratura. Vice Coordenadora da Catedra Sergio Vieira de Melo, cadastrada junto a Unisantos. Professora de curso preparatório para concursos. Finalista do Prêmio Jabuti de 2018, na Categoria "Ensaios", no eixo específico de "Ciências".

Published

2025-12-18